Estava na hora de começar a volta para casa. Saímos bem cedo do hotel, pegamos Jaime Alves na casa do Ariel, e aproamos o norte. Jaime vive no pueblito de Liebig, uma comunidade criada especificamente em função de um frigorífico inglês no final do século 19. É um lugar muito calmo ao redor das imensas ruínas da fábrica de carne enlatada mandada para Europa de navio.
Depois de passar pela simpática cidade de Colón, atravessamos o rio Uruguai de novo, e subimos novamente pelo lado uruguaio. Desta vez, sem a espera para a ponte, após 3 horas e meia de viagem, já estávamos chegando de volta em Uruguaiana! Nos despedimos de Elesbão, que retornou a Alegrete. Ele foi uma ótima e alegre companhia em todo o percurso, tanto pelo rio Ibicuí como também na Argentina.
Ainda faltava um bom caminho para chegar em Brasília. O carro (e Tiago que dirigiu durante a maior parte do percurso) ralou bem nessa expedição. A conta final serão mais de 8.000 km rodados.

